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#VSM2011 – Uma história em 3 capítulos

De 23 a 28 de novembro, o festival #VaiSuldeMinas 2011 trouxe à tona as manifestações e os diálogos necessários para que música, política, cultura, moda, meio ambiente, literatura e fotografia consigam seus espaços dentro da cidade e, mais do que isso, dentro do cenário sulmineiro. Nessa pluralidade de ambições, Poços de Caldas recebeu 17 shows e cerca de 7 atividades complementares, entre debates, oficinas, sarau literário, desfile de moda Hip Hop e exposição fotográfica.
Mais de 60 profissionais da cadeia produtiva de cultura do país, entre músicos, jornalistas, agentes culturais e outros, participaram diretamente do evento.

A Cobertura Colaborativa #VSM2011, um registro diário e ao vivo do festival, noticiou instantaneamente todos os acontecimentos nas redes sociais e no site do Corrente Cultural, além de transmitir áudio e vídeo pela WebRadio Fora do Eixo e TwitCam.

Um intenso trabalho que só se mostrou possível diante da colaboração coletiva da rede Fora do Eixo e Fora do Eixo Minas, da integração ao Circuito Mineiro de Festivais Independentes, do patrocínio do Conexão Vivo e do apoio do SESC MG e do Programa Música Minas, além de toda equipe do Corrente Cultural que dia-a-dia pôde orgulhar-se de planejar e executar o maior festival de cultura independente do sul do estado.

Pouco mais de um mês depois, podemos hoje ter um panorama menos romântico e mais concreto do que foi o #VaiSuldeMinas para nós, Poços de Caldas e região. Não resta dúvidas de que o festival atingiu as metas propostas e que a realização de mais uma edição no propulsiona para o planejamento do ano de 2012 com mais força entre sociedade civil, parceiros, artistas e casas de shows.

Convidamos você a assistir um documentário de três partes produzido por agentes do Núcleo de Produção Audiovisual do Corrente Cultural e da Cobertura Colaborativa #VSM2011, uma proposta de campo fruto da Oficina de Midialivrismo. Ministrada durante o festival, a oficina capacitou agentes e incentivou a produção audiovisual colaborativa.

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As nuances de uma vivência – Diário de Vivência

Por Luana Kelem

Depois de sobreviver a dois Festivais, chegou a hora de dizer o quando uma vivência é importante.

Noção todo mundo tem, até porque internet nos comprova isso. Sentir é uma coisa diferente, se envolver é uma coisa diferente. Entre ler e fazer existe uma enorme diferença . A diferença que te fazia falta e de uma certa forma já não faz mais, porque voce sabe como usar as ferramentas e as milhões de formas que voce aprende a “se” usar. Não estou surpresa e nem me pergunto onde estou, porque estou onde queria estar.

É um estado que imaginar não chega perto. É preciso estar na mesma casa com 10 pessoas borbulhando pelas mesmas coisas e ainda elas encontram formas de explicar o que voce não sabe, encontram tempo de mecher no seu cabelo (risos). Você entra e sorri pra uma pessoa que nunca viu na vida, e sai sorrindo para uma amiga ou amigo . É simples assim quando sinceridade existe .

Os apertos que passei e os tropeços que eu dei em meio a caminhada dos Festivais serviram para eu sempre ter cuidado com o mesmo erro duas vezes . Essas coisas de tudo ao mesmo tempo funciona mesmo. Principalmente uma coisa depois da outra sem parar (risos). Foi corrido o tempo, as horas vôaram e eu tenho certeza que voltar para o Coletivo que eu faço parte (Pé de Cabra) vai ser muito mais borbulhante, porque eu aprendi o que eu pensei que soubesse. De alguma forma ensinei o que não sabia, e assim a vida continua, assim a vida não para e assim me entrego por inteira.

Queria agradecer em especial a Veronia Boaventura, Letícia Rezende, Luiza Gudes, Debora (Biba), Victor Maciel, Tassio Lopes, Luciano Viana, que me receberam, foram pacientes ao extremo e fizeram desse quase um mês muito especial, muito mais que uma escola. Agradeço também os viventes assim como eu, Kamilla Queiroz,  Léo Lina e Léo Freitas que também corresponderam efetivamente ao meu sorriso.

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Programação La Onda

A Região Metropolitana de Belo Horizonte recebe a última ação do Circuito Mineiro de Festivais em 2011. Dessa vez é Vespasiano que será palco da segunda edição do Festival LA ONDA, com produção do Coletivo Vatos, ponto de articulação Fora do Eixo no município. A programação do Festival La Onda, acontece entre os dias 16 e 18 de dezembro, ocupando a praça JK e as ruas da cidade, com shows, intervenções, oficinas e debates, tudo disponibilizado de forma gratuita para a população vespasianense.

Visite o site oficial e curta a página no facebook.

 

Conheça a programação musical do festival:

16/12

Bnegão e Autoramas

Quarto Negro

Visitantes

Transmissor

A Nuvem

 

17/12

Ras Berbardo e QG Imperial

Slim Rimografia e Tiago Beats

Nu Theory

Black Sonora

Valsa Binária

 

18/12

Vander Lee

Julgamento

4 Instrumental

Mezbeth

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De volta à Uberlândia – Diário de vivência

Por Luana Kelem

Depois do perfeito V Festival Novas Tendências em Uberaba, voltei para Uberlândia para o estágio do finalmente Festival Goma. Está super intenso a movimentação, os ensaios das bandas no estúdio da casa não param. Recebemos visitas sempre. Temos reuniões todos os dias e sou fiel ao computador (risos).

Cada dia que passa percebo que aprendo alguma coisa. Apesar de eu ser largada, determinação e ordem é necessário por aqui. Tenho aprendido ou pretendo aprender a ser meticulosa.

 Quanto mais o tempo passa mais o trabalho aumenta e o aprendizado também . As pessoas ? tem sido muito fácil me apaixonar.

Cachorro Grande

Programação Festival Goma

Mais uma vez o Festival Goma leva diversas atrações importantes na música nacional e internacional à Uberlândia. Esse ano, com realização da Casa Fora do Eixo Uberlândia, a programação do festival foi organizada em várias casas de show na cidade e um dia de atrações na praça. Além da exibição do cineclube O Luminoso, Observatórios e instalação artística. Confira a programação completa:

 

 

Quarta-feira  30/11

Observatorio FdE

Oficina: Midialivrismo
Local: UFU – Bloco 5O 201
Horário: 13h
Vagas: 20

 

Observatorio FdE

Oficina: Break Dance (CUFA)
Local: Associação de moradores do Bairro Luizote de Freitas
Horário: 17h
Vagas: 20

 

Luminoso (Pássaro Preto)
Filme: L.A.P.A
Local: Associação de moradores do Bairro Luizote de Freitas
Horário:19h

 

 

 

 

 

Batalha Break Dance (CUFA)
Local: Associação de moradores do Bairro Luizote de Freitas
Horário: 21h

 Quinta – feira  1/12

Shows
Local: Vinil Cultura Bar
Horário: 22h
Ingressos Antecipados: 10,00
Atrações:
Maldito Sudaka (MG)
Vitor Santana convida Marcos Suzano (MG)
Discotecagem Moita Mattos

 

 

 

 

Sexta-feira  2/12

Observatorio FdE
Pense Repense
Filme: Efeito Reciclagem
Mesa Redonda: Iara, Angá, CORU
Local: Casa da Cultura
Horário: 20h

 

 

 

 

 

 

 

Shows

Local: Santo Pedaço
Horário: 20h
Ingressos Antecipados: 10,00
Atrações:
Lisabi (SP)
Bomb The Music Industry! (EUA)
Uganga (MG)
Krow (MG)

 

 

 

 

 

 

Local: London Pub
Horário: 22h
Ingressos Antecipados: 12,00
Atrações:
Poeira de Estrela (MG)
Charly Coombes & The New Breed (ING)
Cachorro Grande (RS)

 

 

 

 

 

 

Local: Velvet
Horário: 23h
Ingressos Antecipados: 30,00
Atrações:
Fabrizio Martinelli (SP)
Strausz (RJ)
Hélio Weirdo (DF)
Tonny Carvalho (DF)
Yan Hayashi (MG)

 

 

 

 

 

Sábado  3/12

Shows

Local: Mercado Municipal
Horário: 18h
Atrações:
Daniela Borela (MG)
Transmissor (MG)
Soatá (DF)
Graveola e o Lixo Polifônico convida Porcas Borboletas (MG)

 

 

 

 

 

 

Domingo  4 / 12

Shows (Palco Arte na Praça)
Local: Praça Sergio Pacheco
Horário: 14h
Atrações:
Manos de Responsa (MG)
Lúmen (MG)
Venosa (MG)
Capim Seco (MG) +Instalação Artística
As Cigarras e As Formigas (Campinas)

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Cada elo no seu lugar – Diário de vivência no Festival #VaiSuldeMinas

Por MarylinGeraes

Continuando o diário da maravilhosa experiência no #VSM, em Poços de Caldas.
Última parte e despedida.

Na sexta-feira, aconteceu o debate sobre o ambiente, realizado pelo Núcleo Verde do Coletivo Corrente, que contou com a presença do representante da empresa que é responsável pelo fornecimento e tratamento de água e luz, um representante da câmara de vereadores, e outro do jardim botânico daqui.

Bia e Priscila, colaboradoras do coletivo, conduziram o debate, que abordou temas como  a água (o recurso mais importante da Poços de Caldas), o lixo e outros temas ambientais pertinentes à região. E os partcipantes levaram fotografias, reportagens, foram munidos para o debate, prontos para exigir respostas dos representantes do povo e saber o que a população pode fazer para audar. Achei que os poços caldenses são bem incisivos e não deixam passar nada despercebido, um ótimo exemplo de partcipação civil no que diz respeito ao coletivo.

Ainda na sexta, teve a segunda parte da oficina de midialivrismo, quando Charchar ensinou operar câmeras e máquinas, e deu as últimas instruções para a cobertura dos shows do festival.

E a festa começou! Todos empenhados em fazer as tarefas designadas e com um brilho intenso no olhar, por ver tudo acontecendo, e bem!

A balada em Poços de Caldas é tão boa quanto em BH! As bandas Vitrolas, 7′Seven e Tupi Balboa fizeram a noite feliz!
Sábado de manhã: últimos preparativos para os shows, e cada minuto eu aprendendo alguma coisa.

E acima de tudo, fazendo novos amigos, investigando a vida deles como se fosse um filme que a gente assiste várias vezes pra perceber todos os detalhes.

Durante o fim de semana, escrevi textos para a cobertura no site do Corrente Cultural, fiz o release de bandas, dei trabalho pra ficar quieta na mesa gravando os shows… eu sou 220w, ficar parada é uma coisa que preciso treinar, Charchar alertou pra focar nisso! É importante ter foco.

Eu empolguei e virei DJ BlackMary nos intervalos das bandas! Participei e amei o Sarau que rolou no domingo.

Me enchi de idéias aqui…
Me senti entre amigos, me senti em casa (acho que até demais!!).
Conheci um pouco de cada um, o suficiente pra levar pra sempre uma lembrança, lembrança que eu nunca levei de lugar nenhum.
Não visitei as igrejas (graças à Deus), não andei no famoso bondinho. Não fui às águas térmicas, não fui ao tão falado Cristo de Poços de Caldas.

Eu conheci as pessoas. Eu vivi a cidade. Eu fui elo de uma corrente totalmente colaborativa. Pessoas que acreditam em seus objeitvos e fazem acontecer. Como as que eu tenho visto por vários pontos do país, ligados por uma rede denominada Fora do Eixo, mas ao que me parece, ele estão colocando tudo nos eixos, ou melhor cada elo no seu lugar, um ligado no outro transportanto tudo. A coletividade é o que tem feito as coisas acontecerem em muitos lugares do país, e no mundo!

De todas as experiências que vivi aqui, de tudo que aprendi, de  tudo que vi e senti, a melhor parte foram as pessoas. Agradeço ao Fora do Eixo Minas, ao Circuito Mineiro de Festivais Independentes, ao Coletivo Corrente Cultural e em especial à Sandrinha, que nos recebeu em sua casa, ao Charchar que foi o pai, a mãe, a família da paciência comigo, e à todos os colaboradores do coletivo. Um abraço apertado aos novos amigos de Poços de Caldas. Um carinho especial às cadelas Bela e Sophia! Obrigada pela acolhida, por tudo que me ensinaram e pelo carinho, foi muito massa, espero vê-los em breve em Sabará e BH! Até a próxima…

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Compacto.Arte V Festival Novas Tendências

Intervenção do Compacto.Arte (Espaço Nuvem) na Escola de Música de Uberaba.

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Reta final em Uberaba – Diário de vivência

Por Luana Kelem

Hoje o dia foi bastante produtivo. A movimentação na casa é intensa e reunião todos os dias. Hoje fui a mostra do documentário Remixofagia, na Universidade Federal do Triangulo Mineiro e foi muito compensador e enriquecedor conseguir respirar cultura em mais ou menos 30 minutos.

Estamos na reta final do V Festival Novas Tendências e está tudo muito lindo . Desde a hora em que eu acordo até a hora em que eu vou dormir é contado como aprendizado. Tudo que faço de certo ou errado é convertido em “continue certo “ ou  “aprenda” da forma mais suave e natural possível.

É tudo muito amável. Consigo me entregar sem sentir o que faço por “obrigação” e por mais difícil que seja me parece muito fácil quando eu amo o que faço .

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Começa o gostinho de saudades – Diário de Vivência

Já com gosto de saudades, o Sábado se manteve em um ritmo mais suave. Ontem, na programação do Festival, estavam mapeadas duas mostras, uma do documentário realizado na #SedaUra e outro de cinema independente no qual passou Remixofagia.  Durante a semana, no bloco do Curso de Comunicação Social da univerisade de Uberaba, Tássio Lopes ministrou uma oficina de curta que, ao final, produziu um vídeo sobre a Batalha do Calçadão de Uberaba.

Ontem, os participantes da oficina foram ver a montagem desse curta na Biblioteca Municipal. A finalização da edição será feita essa semana, pois as filmagens só terminaram na sexta-feira. Mas a ideia de roteiro casou com o Festival, que pretigiou o rap esse ano. O projeto, idealizado pelo do Coletivo Firma, vem ganhando a cena dentro da cidade e e ocupa, atualmente, o lugar mais movimentado de Uberaba. Isso, para uma cena que há muitos anos não tinha espaço é um grande avanço.

Depois da mostra da #SedaUra, foi a vez do Remixofagia no Cine Pagéia da UFTM. Uma parceria com a Sociedade Salamandra. O documentário levanat várias questões sobre o mundo cybernético e a evolução cultural.

Assim, a noite continuou com  a festa na Nuvem Design Estúdio, outro parceiro do Festival Novas Tendências.   Com Chelo Queiroz e Ageu Rodrigues na discotecagem, a noite foi animada.

Hoje temos o último dia de Festival. O dia tradicional na Praça por do Sol. São 8 bandas, tenda do hip hop, banquinha, teatro e muito mais. Então até logo pessoal!!!

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5° dia do Festival Novas Tendências – Diário de Vivência

Ontem o Fesival Novas Tendências foi intenso e cheio de atrações. Durante o dia o evento recebeu sete bandas, sendo quatro na praça Dom Eduardo e três no Café do Teatro. O quartel general (QG) do Novas também esteve movimentado, recebeu a banda Lumen(BH), a Michelle Parron da Casa Fora do Eixo SP e mais quatro agentes de que vieram de Uberlândia para integrar a equipe: Chelo, Gabriel, Ageu e Raissa.

O primeiro momento foi a chegada do Emicida no hotel, logo depois, integrando um projeto da Fundação Cultural de Uberaba com o Festival Novas, aconteceu na praça Dom Eduardo os 4 primeiros shows da sexta-feira. A praça, que recebe toda sexta a Feirarte foi tomada pelo Novas. Ou foi um Novas tomado pelo clima da Feirarte?! Várias barraquinhas, com pessoas de todas as idades transitando pela praça. Um clima super família, mostrando que o Festival tem espaço para todos.

Junto a praça, no calçadão da cidade, acontecia a Batalha do Calçadão , um momento que os MC’s se encontram no centro da cidade para disputarem quem tem a melhor rima, e tudo é feito no improviso. Aos poucos as pessoas se aproximaram e se concentrando ao redor dos dois MC’s que fariam a batalha daquela noite. Toi, que pouco depois participau dos shows no Café, também esteve lá, fazendo um Free Style com Chorão e Kbça. A galera se empolgava a cada rima feita, e no final o ganhador foi o Mc Chorão.

E pra finalizar a noite, os três shows que aconteceram no Café do Teatro. A galera estava bem emlpolgada, a primeira banda a tocar foi Acidogroove logo depois o MC Toi que levantou a galera com suas rimas bem feitas e que retratam a realidade. E após o show do Toi, recebemos o tão esperado Emicida que animou e fez com que todos entrassem no gingado da sua música.
O show do Emicida durou em média uma hora e meia, o Rapper citou bastante a iniciativa da Batalha do Calçadão deixando bem animados os todos que participam dessa movimentação da cena HipHop da cidade e que estavam todos presentes no evento. Para esquentar mais ainda, rolou um Free Style entre Toi e Emicida.

Ao final do shows todos estavam satisfeitos com as apresentações da noite, e ainda rolou fotos e autógrafos com Emicida.